EQUIPA


Quem somos.


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Pedro Sousa Silva - flautas e direcção musical
Irene Brigitte - cantus
David Hackston - altus
Nuno Raimundo - tenor
Ricardo Leitão Pedro - tenor
Luis Neiva - bassus
António Godinho - flautas
Carlos Sánchez - flautas
João Távora - flautas
Silvia Cortini - flautas

Rosa Lopes Dias - produção executiva
Marco Conceição - produção áudio 

Tomás Quintais - produção audio-visual

Elisabete Moreira - assistente de produção áudio

Renata Lima - assistente de produção áudio

João Pedro d'Alvarenga - consultor musicológico e direcção artística nas gravações


António Cucu - consultor linguístico, revisão e tradução dos textos latinos. 

Pedro Sousa Silva

Enquanto intérprete especializado nos reportórios medieval, renascentista e barroco, Pedro Sousa Silva possui uma carreira de mais de 25 anos. Após estudos musicais com Pedro Couto Soares (ESML) e Pedro Memelsdorff (Civica Scuola di Musica di Milano), musicologia (Universidade Nova de Lisboa), realizou um doutoramento na Universidade de Aveiro com uma tese que aborda a interacção entre teoria e prática no renascimento.

Realizou cerca de 200 concertos na maior parte dos países da Europa ocidental e Brasil, sempre no contexto de grupos especializados na interpretação histórica, destacando-se as suas colaborações com músicos de renome como Enrico Onofri, Riccardo Minasi, Lawrence Cummings ou Amandine Beyer. Actualmente, desenvolve a maior parte da sua actividade artística com o seu grupo Arte Minima (dedicado à música portuguesa do século XVI), com a orquestra barroca Gli Incogniti (dir. Amandine Beyer), onde actua como solista num programa em torno dos concertos de J. S. Bach, e com o grupo medieval Vozes Alfonsinas (dir. Manuel Pedro Ferreira).

É professor na ESMAE desde 2002, onde foi co-responsável pela criação do Curso de Música Antiga e fundador da pós-graduação Polyphonia. É convidado regular das mais prestigiadas instituições musicais internacionais para dar master classes de flauta ou seminários sobre aspectos relacionados com a interpretação do reportório renascentista (e.g. Schola Cantorum Basiliensis, Universität für Musik und darstellende Kunst Wien, Joseph Haydn Konservatorium, Koninklijk Conservatorium Brussel, Norges Musikkhøgskole, Akademie für Alte Musik Bremen, Hochschule für Musik Trossingen, Universidade Estadual de São Paulo).

Enquanto académico promove uma forte articulação entre investigação histórica e performance, e é nessa perspectiva que integra actualmente 3 equipas de investigação internacionais em temáticas medievais e renascentistas.

Desde 2007 que desenvolve também actividade no campo da produção discográfica, tendo produzido e editado os CDs Arte da Usurpação (Phonoedition 2007) e The Bad Tempered Consort (Challenge Classics 2009) do grupo A Imagem da Melancolia (este eleito pelo Público como um dos melhores 10 discos de música clássica desse ano), Volúpia (Numérica 2012) do Ensemble Darcos (música de Nuno Côrte-Real); Royne des Fleurs (CESEM-P.Porto 2021) do ensemble Sesquialtera e In Splendoribus (musicusminusculus 2021) do grupo Arte Minima.

Irene Brigitte

IreneBrigitte é diplomada em Canto Renascentista e Barroco no Conservatório de Vicenza “Arrigo Pedrollo” (Itália) com Gemma Bertagnolli. Aprofundou o estudo da música antiga também através de várias masterclass conduzidas, por exemplo, por Christian Hilz, Maria Cristina Kiehr, Emma Kirkby, Lia Serafini e Claudia Caffagni.

Tem cantado como solista e corista em vários festivais, incluindo Trento Musica Antica, Hausmusik - Wunderkammer, o Mês da Música da Catedral de Milão e Conversas com os clássicos no Teatro Olímpico de Vicenza. Em Portugal, tem colaborado com os ensembles Sesquialtera e Arte Minima. Foi convidada em 2020 pela JOP - Jovem Orquestra Portuguesa para integrar o elenco da ópera de Rameau Pygmalion, apresentada na Casa das Artes (Porto).

Começou a sua atividade discográfica em 2008, colaborando em vários projetos, destacando-se a composição e interpretação da banda sonora para curta-metragem “La santa che dorme” (2016) selecionada para o Festival de Cannes, a gravação da missa de Du Fay “Se la face ay pale”sob direcção de Claudia Caffagni (2017; Amadeus), a participação na compilation WAV Women Against Violence (2018; Cabezon Records), o álbum “Royne des Fleurs” (2021) com o ensemble Sesquialtera, e o álbum “In Splendoribus” com o ensemble Arte Minima (2021).

https://irenebrigitte.com

David Hackston

Contratenor britânico-finlandês, David Hackston começou os estudos musicais em Bradford-on- Avon, Inglaterra. Em 2016 conclui os seus estudos em Helsínquia, Finlândia, onde estudou Música Antiga, Canto Barroco e Práticas Performativas na Helsinki Metropolia University como estudante da soprano Tuuli Lindeberg e do contratenor Teppo Lampela.

Durante 2014-2015 estudou na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (ESMAE) no Porto, Portugal, sob orientação de Magna Ferreira, e regressou a esta escola em 2019, para continuar os estudos no Mestrado do Curso de Música Antiga (ESMAE), que se encontra presentemente a concluir. David é um membro central do profissional Helsinki Chamber Choir, em 2010 fundou o English Vocal Consort of Helsinki, um ensemble que trabalha a rica tradição vocal do renascimento e romantismo inglês, e em 2016 fundou o coletivo Orpheus’ Muses, que se especializa na ópera barroca.

Apresenta-se regularmente como solista de oratória, de notar as recentes performances que incluem colaborações da Helsinki Baroque Orchestra (Händel: Messiah), da Finnish Baroque Orchestra (Bach: Paixão Segundo S. João) e do Ensemble Nylandia (Falvetti: Il Diluvio Universale e Stradella: San Giovanni Battista). Em Fevereiro 2016 interpretou o papel do Didymus no oratório dramático Theodora (Handel), e em 2017 deu várias performances de Dido e Eneas e cantou o papel do Ottone na ópera L’incoronazione di Poppea (Monteverdi). Junto com o alaudista Mik ko Ikäheimo tem apresentado programas de recital explorando a música de John Dowland e seus contemporâneos, as “air de cour” do repertório francês, e as canções de vihuela do início do renascimento espanhol.

David é tabém um ávido performer de música contemporânea e, junto com o Helsinki Chamber Choir tem feito inúmeras performances de clássicos corais do séc. XX, incluindo obras de Iannis Xenakis, Beat Furrer, Jonathan Harvey, Salvatore Sciarrino, Sampo Haapamäki, Eugene Birman, entre outros. Recentemente David cantou o papel de contratenor em Écho! de Kaija Saariaho para ensemble e electrónica, e em 2013 interpretou o papel de Satanás na estreia de Between Hell and Earth de Timothy Page e os partes vocais na cantata Q (2018) de Lauri Supponen, papeis que requerem uma grande extensão vocal de três oitavas. Desde 2014 realizou várias performances da obra icônica Eight Songs for a Mad King de Peter Maxwell Davies, recentemente em Rovaniemi, Finlândia (Janeiro 2019).

David interessa-se especialmente pela música renascentista portuguesa e tem feito transcrições de várias fontes anónimas. Colaxbora com o ensemble Arte Minima, estando a preparar 3 discos para 2022 e 2023, em torno de composições de Francisco de Santa Maria e Vicente Lusitano.

Nuno Raimundo

Nuno de Mendonça Raimundo é tenor e investigador no Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM) da Universidade Nova de Lisboa. Presentemente, frequenta o doutoramento em musicologia histórica na mesma universidade e estuda canto sob a orientação de Armando Possante. Dedica- se sobretudo ao estudo e à interpretação de música antiga, especialmente da polifonia ibérica dos séculos XVI e XVII. Para além da sua colaboração regular com o Coro Gulbenkian, tem trabalhado com ensembles portugueses de renome, como o Grupo Vocal Olisipo (dir. Armando Possante), Capela Joanina (dir. João Janeiro), Arte Minima (dir. Pedro Sousa Silva), Polyphonos (dir. José Bruto da Costa), Bando de Surunyo (dir. Hugo Sanches), Cappella dei Signori (dir. Ricardo Bernardes), ZAVE (dir. Brian MacKay), Capella Duriensis (dir. Jonathan Ayerst) e Moços do Coro (dir. Nuno Almeida), entre outros.

Ricardo Leitão Pedro

Fascinado desde sempre pelos cantores-instrumentistas da Antiguidade e as suas encarnações em todos os períodos históricos até ao presente, Ricardo Leitão Pedro é um dos raros músicos de hoje dedicado à prática histórica do canto al liuto, acompanhado-se a si mesmo com diferentes instrumentos antigos de corda dedilhada.

Nascido no Porto em 1990, tomou o alaúde aos dezoito anos de idade inspirado por um concerto de Hespérion XXI e encorajado pelo então professor de guitarra clássica Pedro Fesch. Um ano depois foi aceite na licenciatura em música antiga da ESMAE (Porto, Portugal), durante a qual recebeu uma bolsa Erasmus para estudar no Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Lyon na classe de Eugène Ferré.

Em 2013, mudou-se para a Suíça para estudar na prestigiada Schola Cantorum Basiliensis, onde terminou uma licenciatura em alaúdes medievais e renascentistas com Crawford Young e Marc Lewon e conclui actualmente o mestrado em canto na classe de Dominique Vellard.

A nível privado, trabalhou com cantores como Margreet Honig, Gerd Türk e Patrizia Bovi e alaúdistas como Paul O’Dette, Hopkinson Smith, Eduardo Egüez e Rolf Lislevand.

Membro dos ensembles Concerto di Margherita (ensemble EEEmerging 2017- 2018) e I Discordanti (ensemble EEEmerging 2016) com os quais mantém uma agenda ocupada pelos palcos europeus, é regularmente convidado a colaborar com diferentes ensembles e orquestras como cantor e alaúdista (Orquestra XXI, Coro Casa da Música, Capella Sanctae Crucis, Troxalida, Agamémnon, La Boz Galana, Domus Artis).

Em duo com o alaúdista Guilherme Barroso ganhou o 2o prémio (1o não atribuído) da competição JIMA (Oeiras, Portugal) na categoria de música de câmara.

Ávido pelo contacto com outras expressões criativas, mantém o hábito de improvisar com artistas da dança e circo contemporâneos.

Compôs o tema para o solo de trapézio Planisfério apresentado no FIS na Póvoa do Varzim e foi o músico seleccionado por Rostislav Novak (La Putyka) para o seu grupo de trabalho no festival de circo contemporâneo Die Originale enquadrado no Berliner Festspiele. Igualmente investido na investigação musicológica do ponto de vista do performer, prepara actualmente a edição das canções e peças instrumentais do manuscrito Thibault (F-Pn Rés. Vmd ms. 27) para a editora Terem-Music baseada em Basel.

Luis Neiva

Luís Neiva, baixo-barítono, iniciou a sua formação no Conservatório de Música do Porto em 2009. É licenciado em Canto pela ESMAE (Porto), completou a Pós- Graduação em Estudos Avançados em Polifonia na mesma instituição e está neste momento a frequentar o Mestrado em Estudos Avançados em Ensemble Vocal e o Mestrado em Interpretação de Música Antiga (Renascimento – Romântico), ambos na reputada Schola Cantorum Basiliensis.

Da sua actividade enquanto músico de ensemble, e em particular na área da música antiga, destacam-se as colaborações com o Coro Gulbenkian, Arte Mínima, Capella Sanctae Crucis, Concert de la Reine, thélème, Accademia Barroca Lucernensis, entre outros.

Ao longo dos anos, viu o seu trabalho ser enriquecido pelas colaborações regulares com importantes maestros como Pedro Sousa e Silva, Michel Corboz, Lorenzo Viotti, António Saiote, e experienciados professores de canto, nomeadamente Rosa Dominguez, Lisandro Abadie, Sara Braga Simões, Rui Taveira, Pierre Mak e Cecília Fontes.

António Godinho

Como flautista, toca o que é o seu instrumento de eleição desde os seis anos de idade, tendo começado os estudos no Conservatório de Música de Coimbra aos oito anos de idade, onde estudou com Inês Moz Caldas. Enquanto jovem músico, foi premiado nos concursos ORDA Amsterdão 2015 (2oprémio) e OJ.COM Madeira 2017 (finalista).

Frequentou o curso de Música Antiga da ESMAE (Porto, Portugal) entre 2017 e 2021 onde estudou com Pedro Sousa Silva, tendo também trabalhado com Ana Mafalda Castro, Benjamin Chénier e Amandine Beyer, entre muitos outros. Em 2019 iniciou os seus estudos de corneta histórica com Tiago Simas Freire. Presentemente, frequenta a Schola Cantorum Basiliensis (Basel, Suíça), onde realiza um mestrado em música medieval e renascentista, sob a orientação de Corina Marti, trabalhando também com Baptiste Romain, Marc Lewon e Katharina Bopp.

Conta já com uma substancial experiência tendo atuado com vários agrupamentos de música antiga e orquestras (Ensemble Sesquialtera da ESMAE, Orquestra Barroca Aut Tace, Orquestra Jovem Portuguesa, Capella Invicta, Arte Minima, entre muitos outros) em Portugal, Alemanha, Suíça, França e Espanha.

A exploração e procura do lado de fora da caixa são fazem parte da sua natureza como músico: quando tem tempo, não consegue evitar agarrar-se a um teclado (ou outro instrumento qualquer que lhe caia nas mãos) ou a um papel e caneta e compor a sua música.

Carlos Sánchez

Começou os seus estudos musicais nos conservatórios “Padre Antonio Soler” e “Arturo Soria”, em Madrid, prosseguindo depois estudos superiores com Pedro Sousa Silva na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE). É licenciado em flauta de bisel pela ESMAE, mestre em musicologia histórica pela Universidad de La Rioja, e mestre em Interpretação Artística pela ESMAE, terminando este curso em 2021 com classificação máxima.

Recebeu aulas de flautistas como Luis Beduschi, Vicente Parilla, Susanna Borsch, Pedro Sousa Silva, Fernando Paz, Michael Schneider, Jostein Gundersen e Wilbert Hazelzet. Recebeu também aulas de interpretação histórica de reconhecidos músicos como Carlos Mena, Markus Hünninger ou Hiro Kurosaki. Participou em projetos como L’Orfeo de Monteverdi no Teatro Real de Madrid, na gravação do álbum Pleiades com a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins e do álbum In Splendoribus do grupo português Arte Minima. Participou em festivais de Espanha e Portugal tais como “Musicordia”, “Quatro mãos”, “Mundos e Fundos”, “Quintas no conservatório de Coimbra”, “ERTA Ibéria”, “Semana de la música antigua de Getafe”, “Festival de Música Antigua de Medinaceli”, “II Semana de la Música de Guadalix de la Sierra” ou “Ciclo de la Capilla de Abantos” em San Lorenzo de El Escorial (Madrid). Foi beneficiário duma bolsa de investigação do CESEM-P.Porto para explorar métodos de aprendizagem musical no século XVI. Na atualidade frequenta o curso livre de corneta histórica na Escola Superior de Música de Lisboa com o Professor Tiago Simas Freire.

João Távora

João Francisco Távora é licenciado em Música Antiga pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, Porto, na classe do Professor Pedro Sousa Silva. Iniciou os estudos na flauta de bisel na Escola Artística do Conservatório de MúsicaCalousteGulbenkian,Aveiro(2008/2009)ondeteveaulascomDaniela Lousã, Mónica Resende e Jorge Ferreira e onde frequentou workshops e masterclasses com Fernando Paz, Marco Magalhães e António Carrilho. Participou no Curso Internacional de Música Antiga da ESMAE (2018), no “Open Recorder Days Amsterdam” (3a edição) e no curso “The Recorder in the Renaissance”, orientado por Pedro Sousa Silva.

Atualmente, João encontra-se inscrito no Mestrado em Música Antiga na Hochschule für Musik und Theater „Felix Mendelssohn Bartholdy“, em Leipzig, na classe do Professor Robert Ehrlich. Colabora com o Ensemble Arte Minima, grupo musical especializado na música renascentista portuguesa, com o qual gravou o seu primeiro disco em dezembro de 2021. Com o mesmo ensemble tem previsto a gravação de mais 3 discos, um com música de Francisco de Santa Maria e os restantes com música de Vicente Lusitano.

Silvia Cortini

Após uma licenciatura em clarinete no Conservatório Bruno Maderna (2015), em Itália, sob a orientação do Professor Piero Vincenti, Silvia Cortini realizou o Mestrado em Performance e Interpretação Artística em clarinete António Saiote na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), sob orientação do Professor (2018). A realização de uma tese que propõe arranjos para quarteto de clarinetes de concertos de António de Vivaldi levou-a aproximar-se do universo da música antiga e da interpretação historicamente informada. Ingressou na Licenciatura em flauta de bisel do Curso de Música Antiga da ESMAE, que concluiu em 2022 sob orientação de Pedro Sousa Silva. Paralelamente, finalizou em 2020 o Master di I Livello em “Metodologie socio-pedagogiche negli insegnamenti artistici-musicali” na universidade italiana “Dante Alighieri”.

Apresenta-se regularmente em palco, destacando-se os concertos com a Orchestra da Camera Fiorentina sob a direção do Maestro Giuseppe Lanzetta em 2015, com a Orquestra de Clarinetes Príncipe de Astúrias fundada e dirigida pelo Maestro António Saiote (2015-2018), colaboração com a Orquestra Gulbenkian (2018) sob direcção do Maestro Dietrich Paredes numa tournée na Casa da Música, teatro Aveirense, Mosteiro de Alcobaça e Fundação Calouste Gulbenkian. No mesmo ano integrou vários projetos de música contemporânea com apresentações no teatro Rivoli e no teatro Helena Sá e Costa.

No campo da música antiga, realizou vários concertos e o disco Royne des Fleurs (2021) com o Sesquialtera (Ensemble Renascentista da ESMAE),  colaborou com o maestro Mário Mateus no Festival Internacional de Música de Gaia (2019), e integra o grupo Arte Minima (dir. Pedro Sousa Silva), com quem gravou o disco In Splendoribus (2021), o disco "Missa O Beata Maria" publicado pela Pan Classics, dois álbuns de uma integral dedicada ao Vicente Lusitano (que serão lançados em 2024) e prepara a gravação do terceiro álbum em julho de 2024. 

Em 2023/2024 completou o curso de "Music Business" na Arda Academy (Porto).

João Pedro d'Alvarenga

Secretário Executivo da Direcção do CESEM, desde Janeiro de 2015; Coordenador do Grupo de Investigação Estudos de Música Antiga, incluindo a supervisão da Linha Temática Paleografia e Edição Musical e do LAPEM, desde Março de 2014; Investigador FCT afiliado à NOVA FCSH, desde Setembro de 2013; Membro integrado do CESEM desde Janeiro de 2009.

Co-Editor Geral da Revista Portuguesa de Musicologia, 2012-2015, e Editor, 1996-1998; Bolseiro de Pós- doutoramento da FCT no CESEM, 1 de Fevereiro, 2010-1 de Setembro, 2013; Professor Auxiliar, Universidade de Évora, Escola de Artes, Departamento de Música, 17 de Março, 2006- 4 de Junho, 2011; Coordenador da Unidade de Investigação em Música e Musicologia, Universidade de Évora, Fevereiro de 2007-Janeiro de 2009; Membro integrado do Centro de História da Arte da Universidade de Évora, Julho de 2000-Fevereiro de 2007; Professor visitante, Instituto Politécnico do Porto, ESMAE, Departamento de Música Antiga, Outubro de 2005-Junho de 2006; Assistente Convidado a tempo integral, Universidade de Évora, Departamento de Música, 17 de Novembro, 1997-16 de Março, 2006; Comissário para a instalação do Museu Nacional da Música, Sociedade Lisboa ’94, 1993-1994; Responsável pela Área de Música da Biblioteca Nacional de Portugal, 13 de Março, 1991-16 de Novembro, 1997.

Doutoramento em Música e Musicologia, Universidade de Évora, com a menção máxima “Aprovado com Distinção e Louvor” por unanimidade, 16 de Março, 2006.

Tomás Quintais

Tomás Quintais é licenciado em Tecnologias da Música pela Escola Superior de Música de Lisboa, tendo estudado com especialistas de renome no âmbito do áudio e da tecnologia, de onde se destacam os professores Carlos Marecos, Sérgio Henriques, Diogo Alarcão e Augusto Gonçalves da Silva. Encontra-se atualmente a frequentar o Mestrado em Artes e Tecnologias do Som pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, sob orientação dos professores Marco Conceição e Gustavo Costa. Especializado em produção e pós-produção de música erudita, tem vindo a desenvolver um conjunto de projetos e parecerias com diversas instituições nacionais e internacionais de âmbito cultural, de onde se destacam entidades como a European Shakuhachi Society, Lisboa Soa e Festival DME. Enquanto engenheiro de som e editor musical foi membro da Startup Musiversal LDA, onde colaborou com empresas estrangeiras como a francesa Antescofo na pós-produção de música orquestral. Participou ainda em vários workshops e seminários com diversas personalidades da produção musical e do sound design, nomeadamente com Miguel Pinheiro Marques, David Farmer e Edu Comelles. Colaborou também em diversas ocasiões como freelancer na área do áudio, tanto na produção de álbuns fonográficos, como na gravação sonora de espetáculos musicais.

Marco Conceição

Docente do ensino superior, sound designer e técnico de áudio, Marco Conceição nasceu em Toronto, Canadá em 1977. Completou o Doutoramento na área de Spatial Audio e Surround Sound na Trinity College Dublin sob orientação de Dermot Furlong. Tem colaborado com vários compositores, realizadores e músicos como Dimitrios Andrikopolous, Jonathan Nangel, Kevin Volans, José Miguel Moreira, Filipe Martins, Nuno Rocha, Jorge Campos, Fernando Ramos, Rui Penha entre outros, quer como sound designer quer como técnico de áudio. Tem grande interesse pela captação de soundscapes e field recordings com especial atenção na captação imersiva e surround dos mesmos. Nos últimos anos tem-se dedicado à exploração e desenvolvimento de métodos para espacialização sonora relacionando a espacialização com o sound design. Tem tido uma atividade regular na lecionação de conteúdos de áudio multicanal e de pós-produção quer para música quer para cinema, tendo sido convidado para palestras em diferentes instituições de ensino superior Portuguesas (ESEC, DEI-UC, ESART). Atualmente é Professor Adjunto na ESMAE, Vice-Presidente da ESMAE, Diretor dos Serviços Audiovisuais da ESMAE e investigador no CESEM.